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13.7.17

Séries famosas que abandonei!


Resultado de imagem para series famosasOlha a polêmica ai minha gente! Haha.
Hoje quero compartilhar algumas séries que fazem muito sucesso, mas que eu acabei abandonando por diversos motivos. Quer saber quais foram, só vem! Hoje foi citar apenas 3, mas se vocês gostarem desse tipo de conteúdo eu trago mais vezes, pode ser?


Séries pra mim são caso sério! Sempre que eu me comprometo eu tento seguir até o final apesar da falta de tempo e interesse, mas em alguns casos toda a minha resisitencia é vencida e eu abandono alguma. Hoje trouxe 3 séries famosas e queridinhas de muitos que eu abandonei.

E a primeira das queridinhas do público que eu abandonei fooooi:

SHADOWHUNTERS
Shadowhunters é uma série distópica americana de fantasia baseada na série literária The Mortal Instruments por Cassandra Clare, desenvolvida para a televisão por Ed Decter. 
Resultado de imagem para shadowhunters
Quem me acompanha no twitter ou me conhece pessoalmente sabe que eu li toda a série de livros e amei. E também sabe que detestei o filme. Então coloquei muitas expectativas na série, e adivinha? FUI TOMBADA!
Eu gostei bastante do elenco, e até tentei continuar por eles, mas eu não conseguia assistir 5 minutos do ep. sem fazer 10 reclamações.
Eu sei que adaptações nunca serão perfeitas, mas precisava mudar tudo? Sei que alegaram ser para que quem leu os livros não soubesse o final e bla bla, mas cara.... é pra ser uma adaptação do livro. Se quer mudar avisa antes que vai só pegar a ideia geral e o nome dos personagens... Enfim, vamos pra outra série antes que eu fique mais nervosa! Rsrsrs  


Nossa próxima queridinha é...

Resultado de imagem para orange is the new blackORANGE IS THE NEW BLACK

Orange Is the New Black é uma série de televisão americana desenvolvida por Jenji Kohan, Sara Hess e Tara Herrmann para a Netflix, estrelada por Taylor Schilling.
“Que Vivi?? Como assim você abandonou essa serie? ”
Pois é, abandonei!
Comecei a acompanhar a série justamente por todo o burburinho que via nas redes sociais envolvendo a série, então resolvi assistir... terminei a primeira temporada rápido, acho que não levou mais de uma semana (o que é rápido pra mim porque trabalho o dia todo e estudo a noite... então né... rsrsrs), e ainda assim a série ainda não tinha me conquistado. Eu tinha só curiosidade de até onde iria. Então comecei a segunda temporada e preciso dizer que nem consegui terminar. A série PRA MIM (que fique claro rsrsr) se tornou maçante e arrastada. Os personagens principais não me cativaram e ficam naquele chove e não molha por tanto tempo que eu simplesmente desisti de tentar me forçar a assistir.

A última da lista é....

SENSE8
Resultado de imagem para sense8Sense8 é uma websérie estadunidense de ficção dramática dirigida, escrita e produzida por Lilly e Lana Wachowski e por J. Michael Straczynski.

É agora que eu vou ser apedrejada?  haha

Sense8 é um furacão nas redes sociais, tanto que quando foi cancelada todas as replys para os perfis da Netflix era pedindo a série de volta. A série não vai voltar, mas terá um episódio especial de encerramento.
Mas vamos a minha experiência com a série... se é que posso chamar assim, afinal, não passei do primeiro ep.
“O QUE? COMO ASSIM? ”
Pois é meus amigos... bastou apenas um episódio pra eu desistir da série. Eu decidi assistir a série muito antes dela se tornar esse fenômeno todo na internet, apenas a vi na Netflix e fiquei curiosa com a sinopse. Decidi dar uma chance... e me arrependi.
Sei que deve ter um ótimo motivo pra série ter tantos fãs, mas eu simplesmente não consegui encontra-lo. Achei a série além de confusa muito apelativa. Como já tinha dito em outras resenhas, não me considero nenhuma puritana, nem julgo a série por esse motivo, mas ele foi um dos maiores fatores por eu ter abandonado a série. As vezes eu sentia que nem tinha sentido aquela cena estar ali, mas lá estava ela, a famosa suruba! Não me ajudaram em nada a entender o relacionamento entre os senseites. Enfim, simplesmente decidi não continuar. Quando a série teve seu boom eu até pensei em voltar a assistir, mas comecei a ver os próximos episódios com vontade 0 e isso pra mim foi mais que suficiente pra abandonar de vez.


Mas então é isso. Essas foram 3 das séries famosas que eu abandonei.
Alguma delas você acha que eu deveria dar uma nova chance ou que eu tenha ‘assistido errado’? haha Deixa aqui nos comentários sua sugestão de série e, claro, de postagens pro blog. Beijos e até a próxima!
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22.6.17

[Critica] Girlboss (1º Temporada)


Hey Everyone!

Primeiramente #ForaTemer, segundamente, primeiramente kkkkk. Brincadeiras a parte, quero em primeiro lugar pedir desculpas pelo hiatus do blog. Devido a alguns problemas pessoais estive ausente e também sem inspiração para escrever aqui, mas nada melhor do que fazer o que se gosta para levantar o astral certo? Então aqui estou! 😄

Mas vamos ao que interessa, nossa resenha/crítica de hoje!

A série Grilsboss é uma série original netflix baseada na história de Sophia Amoruso, um dos nomes mais respeitados da moda, contudo, é uma releitura bem livre, criada por Kay Cannon (de 'A Escolha Perfeita) e dirigida pela musa Charlize Teron. Totalmente Girl Power! 💄🔥

A série conta a história da rebelde Sophia, interpretada brilhantemente por Britt Robertson, de Under the Dome e da adapatação de The Longest Ride, do tio Nicholas Spaks (no Brasil Uma Longa Jornada). As coisas vão de mal a pior quando ela perde o emprego e recebe um aviso de que está para ser despejada, até que um achado num brechó acende uma luz. Dali em diante seu maior desafio será aprender a comandar e sustentar seu negócio e lidar com as situações que ser chefe traz.

A série é mega divertida, leve e com episódios bem rapidinhos. Maratonei a temporada em uma tarde só e preciso dizer que valeu muito a pena. Eu amei a série e a mensagem que ela trás. Sophia em muitos momentos da vida esteve sozinha e a fez pensar que não precisa de ninguém, então acaba tendo atitudes bem egoístas, mas ela amadurece de uma forma impressionante durante a série.
Sem sombra de dúvidas entra pro meu hall de favoritas. Sophia é uma jovem que tem medo da vida adulta e perder sua essência e apesar de amar vintage, ela é super moderna e feminista, mostrando que não há nada de errado em ser uma garota e muito menos em uma garota dirigir um negócio. GO GIRL! 💪🌸

Preciso dizer também que sou apaixonada pelo estilo da Sophia, as roupas são muito maravilhosas, eu me apaixonei por todos os looks. Sem sombra de dúvidas quero ser uma cliente assídua da Nasty Gal, porém a venda é em dólar e ainda tem o frete internacional. Choremos juntas girls 😢.

Estou ansiosa pela 2 temporada, não vejo a hora de reencontrar Sophia e ver essa nova fase que se iniciou no fim da temporada, já que não li o livro ainda. E você, gostou da série? Não deixe de comentar o que achou!
Ahhh, aproveito pra te convidar para me seguir nas redes sociais, onde dá pra acompanhar tudo que estou lendo e assistindo. É só clicar nos links aqui em baixo. E claro, não deixe de dar sugestões para que os conteúdos sejam cada vez melhores. Beijos e até semana que vem 😜



Gênero:  Comédia
Estado: Aguardando Confirmação da 2° Temporada
País de origem: Estados Unidos
Classificação Indicativa: 16 anos
Nota: ★★★★★

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20.4.17

[Resenha] A Rainha Vermelha (#1) - Victoria Aveyard


O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.

Em um mundo onde prateados são especiais e poderosos e vermelhos servos, Mare Barrow desafia a lógica sendo vermelha e tendo um poder misterioso. O livro se constrói inicialmente em cima desse mistério já que os prateados exercem essa superioridade por terem poderes de verdade, eles podem manipular a água, o fogo, as árvores, os metais, eles podem se curar, podem ficar invisíveis e até mesmo controlar a mente dos outros, porém os vermelhos não. Eles são humanos comuns, por isso subjugados.

Desde a primeira vez que ouvi falar sobre esse livro fiquei louca pra ler, principalmente por causa dessa incrível surpresa que é os poderes em uma "casta inferior".O livro já começa maravilhoso pela capa, que é uma obra de arte! Toda a série tem um design incrível que fica deslumbrante na estante.

"Mas... então posso sentir.
Sinto o calor das faíscas subindo e descendo pelo meu corpo, incendiando cada nervo. A sensação não é ruim, porém. Na verdade, me sinto viva. Como se tivesse sido cega a vida inteira e agora pudesse enxergar. Alguma coisa se move sob minha pele, mas não são as faíscas. Olho minhas mãos e meus braços, admirada com a eletricidade que paira sobre mim. A roupa continua a queimar, abrasada pelo calor, mas minha pele não muda. O escudo continua a tentar me matar, mas não consegue.
Está tudo errado.
Estou viva."

O livro em alguns aspectos lembra muito séries já bem conhecidas, como "A seleção", "Jogos Vorazes"e "Crônicas de Gelo e Fogo", o que desagradou a muitos leitores, mas eu não vi como um ponto negativo. Claro que alguns pontos não puderam ser bem explorados individualmente, mas não acho que o livro tenha deixado a desejar. E apesar de terem semelhanças, a abordagem é diferente. Por exemplo: Ao ponto que a "A Seleção" é focada em mais no romance dos personagens, ao contrário da série de Victoria, onde o romance fica em segundo plano diante da ação.

Eu gostei muito do livro, apesar de por diversas vezes criar um antipatia com a personagem principal. Ela as vezes me soou muito superficial e indiferente as outras pessoas, e em outras muito ingênua pra sua idade e experiência. É mais um daqueles livros de amor ou ódio. Confesso que as sequências me agradaram mais (A Espada de Vidro e A Prisão do Rei - Em breve resenho eles para vocês), mas a história foi empolgante e cativante para me fazer ansiar pelas continuações.

"Sinto vontade de despedaçá-lo, com ou sem meus poderes. Quero que sofra.
Finalmente entendo a lição: todo mundo pode trair todo mundo.
— E esta foi outra trapaça. Você me meteu nisso, mesmo sabendo que era impossível, [...] Você me fez acreditar. Você nos fez acreditar!
— Não é culpa minha você ter sido burra o bastante para cair [...]"

Se eu indico? Com certeza! Foi um ótimo aliado quando estava em um circulo vicioso de não procurar nada novo e ler apenas o que estava na minha zona de conforto. E você, conhece a série? O que acha, é amor ou ódio? rsrsr Não deixe de nos seguir  nas redes sociais e até semana que vem, tchaau 😊


Título Original: Red Queen (#1)
Autor: Victoria Aveyard
ISBN: 9788565765695
Ano: 2015
Páginas: 422
Editora: Seguinte
Pontuação: ★★★★ 
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12.4.17

[Crítica] Iron Fist (Punho de Ferro) - 1° Temporada


Danny Rand retorna para Nova York, após ter desaparecido por 15 anos, para combater a corrupção com uma proficiência em kung-fu e a habilidade de invocar o poder do Punho de Ferro. 

Iron Fist (no Brasil, Punho de Ferro), é uma série original Netflix e baseada no pesonagem da Marvel Comics. Ela está situada no Universo Cinematográfico Marvel, compartilhando a continuidade com os filmes da franquia e é a quarta de quatro séries que levará a uma minissérie crossover, The Defenders. 

Iron Fist teve sua estréia com a temporada completa de 13 episódios sendo lançada na Netflix em 17 de março de 2017. A série recebeu críticas muito negativas, com muitos criticando o ritmo e a narrativa, as sequências de luta, e interpretação de Jones como Rand. Alguns aspectos elogiados da série foram as aparições de personagens estabelecidos, Claire Temple e Jeri Hogarth, e o desempenho de Henwick como Colleen Wing.

Minha opinião: a série é boa sim. Muito boa. Claro que tem seus pontos negativos, como diálogos muito longos e repetitivos, mas dizer que a série é ruim seria uma injustiça. Sobre as cenas de luta, acredito que as críticas foram pela diferença do que acontece em Demolidor, mas para mim não há nada de errado nelas. Enquanto em Demolidor as lutas são "de rua", sangrentas, em Iron Fist as lutas são polidas e calculadas, me lembrando muito os filmes do Jet Li, afinal, um mestre Kung Fu não usa força bruta e sim a técnica. Aliás, falando leigamente, não acredito que a violência seja um dos os princípios ensinados.

Muitos também reclamaram da ingenuidade do Danny. Eu confesso que me irritei com isso diversas vezes, mas temos que entender que o garoto tinha apenas 10 anos na época do acidente e foi criado em um monastério, onde os princípios se baseiam em sinceridade e lealdade. Sem contar que quando retorna a Nova York ele ainda está muito confuso e vai atras do que ele considera por família, que associamos com proteção e cuidado. Pra mim essa foi a grande sacada da temporada, Danny se descobrir, amadurecer. Sobre o ator, gostei da interpretação, me remeteu muito as animações 😊.

Meu conselho de sempre: Não vá pelas críticas, conheça e tire suas próprias conclusões. Essa série é um exemplo perfeito disso. E por essa ser a última das precedentes a série dos Defensores, deixo aqui como eu as classificaria. Lembrando que é MINHA OPNIÃO, baseada em conceitos pessoais, você não necessariamente tem que concordar rsrsrs.
  1. Demolidor 2° Temporada
  2. Jessica Jones
  3. Iron Fist
  4. Demolidor 1° Temporada
  5. Luke Cage
E qual a sua opinião? Conta pra gente, e não deixe de seguir nossas redes sociais para ficar por dentro de novidades, sorteios e muito mais! Até semana que vem, tchaaau! 😉


Gênero:  Ação/Drama/Fantasia
Estado: Aguardando Confirmação da 2° Temporada
País de origem: Estados Unidos
Classificação Indicativa: 16 anos
Nota: ★★★★☆
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5.4.17

[Crítica] Logan (Filme 2017)

Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

É difícil até encontrar palavras para descrever esse filme. Eu saí do cinema completamente abalada. Nem preciso falar de como fiquei durante a sessão. Eu vivi cada segundo do filme, tive inúmeras reações 100% espontâneas e intensas. Cada riso, gargalhada, lágrima e claro, os momentos de completo choro. Entre soluços e risos eu pude apreciar o que foi o melhor filme de heróis da Marvel que eu já vi. Você pode me perguntar "Ah Vi, mas e 'Os Vingadores', e 'Guerra Civil'?". Sim, eu gostei muito desses filmes, principalmente Guerra Civil, até então pra mim era o melhor, mas nenhum se compara a Logan. Não estou dizendo que você irá sentir o mesmo, mas esse foi um filme extremamente pessoal pra mim por inúmeros motivos, mas os principal deles, além de ser a última vez que veremos Hugh Jackman na pele do Carcaju, é que o Wolverine é meu personagem Marvel favorito. 

Eu cresci vendo X-Men Evolution nos fins de manhã do SBT, lembro de sair correndo da escola por isso. Quando entrei na adolescência encontrei novos desenhos e filmes, e esse apego com o personagem só aumentou. Tive o privilégio de ver todos os filmes solo do personagem no cinema, e com esse já fui com uma enorme expectativa. E não me decepcionei. 

Uma coisa que realmente me chocou foi a semelhança com o personagem das HQ's do 'Old Logan' (foto ao lado), a caracterização foi muito fiel. O longa é extremamente violento, e com linguagem pesada, completamente  diferente de tudo que a fox já produziu, tanto que alguns portais chegaram a comparar com a Wanner/DC Comics, que tem como principal característica principal a abordagem adulta e sombria.

Outro destaque fica por conta da personagem Laura, anteriormente conhecida nas animações apenas como X-23, uma adolescente que possui os mesmo poderes do Logan e também foi vítima das modificações com Adamantium. Eu gostei bastante da personagem e dá pra ver que ela ainda tem muito a crescer no universo dos X-Men. Dafne Keen é incrível e dá um show de interpretação. Mesmo sendo novinha ela consegue desbancar muita atriz adulta por aí.

Nem preciso dizer o quanto recomendo esse filme certo? Acredito que ele seja do tipo ame ou odeie, ví muitas críticas positivas, mas também encontrei umas bem pesadas detonando o filme. Mas e você, o que  achou desse filme? Conta pra gente e não deixe de seguir nossas redes sociais para ficar por dentro de tudo e sugerir novas postagens. Beijos e até semana que vem ;)

Título Original: Logan
Lançamento no Brasil: 2 de março de 2017
País de Origem: Estados Unidos
Gênero: Ação, Heróis
Classificação: 16 anos (Br)
Duração: 2h 17min
Nota: ★★★★★
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